Segunda-Feira , 16 Dezembro 2019
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Aproximadamente 140 servidores e estudantes estiveram presentes no curso sobre acessibilidade aplicada promovido gratuitamente pela Unidade de Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência (UPCD), iniciado nesta segunda-feira (17) na sede da Associação Bahiana de Imprensa (ABI). Eles puderam se aprofundar nos conceitos, leis e normas da acessibilidade a pessoas com deficiência, que visam garantir os direitos destes, considerando que o Brasil é um país onde cerca de 28% da população possui algum tipo de deficiência.

A capacitação foi ministrada por Eduardo Ronchetti de Castro, arquiteto especialista em acessibilidade e na realização de projetos de adaptação de ambientes públicos e privados. “Diante das leis, normas e técnicas muito rigorosas, um curso como esse procura responder os segredos que estão por trás desses requisitos técnicos, para que possamos fazer uma adaptação que atenda à necessidade de todas essas pessoas. A acessibilidade visa garantir o acesso e o uso das edificações para todos, sejam eles idosos, obesos, gestantes e inclusive as pessoas com deficiência e mobilidade reduzida”, garantiu Ronchetti.

A primeira turma tem aula também nesta terça-feira (18), das 8h30 às 18h30. Já a segunda turma recebe as orientações do especialista na quarta-feira (19) e quinta-feira (20), também das 8h30 às 18h30. Os conteúdos para as duas turmas serão os mesmos. Risalva Telles, diretora-geral UPCD, conta que esse assunto tem de estar cada vez mais ao alcance de todos e os faça pensar nas pessoas com deficiência na hora das suas ações. “Nosso propósito é disseminar o conhecimento e sensibilizar todos da importância da inclusão da pessoa com deficiência e dos cumprimentos dos direitos e da legislação”, afirmou a diretora.

Segundo a mestre em Arquitetura e Urbanismo e presidente da Fundação Mário Leal Ferreira (FMLF), Tânia Scofield, o que torna uma cidade inclusiva é a garantia do ir e vir, o acesso de todos a qualquer espaço público, e isso só é possível se for pensada a acessibilidade das pessoas com deficiência. “Não só pelo conhecimento das normas e da lei aplicada. Essa capacitação é a tomada da consciência de cada profissional, reafirmando a importância de se pensar nessa realidade e na necessidade de ter uma cidade adaptada”, acrescentou.

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