Terça-Feira , 11 Agosto 2020
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Com objetivo de desenvolver planos para mudanças climáticas, a Secretaria Municipal de Sustentabilidade, Inovação e Resiliência (Secis) promove, até amanhã (31), o último dia para participar das pesquisas e debater o Plano Municipal de Adaptação e Mitigação às Mudanças Climáticas (PMAMC). No total, foram realizadas diversas reuniões e encontros entre os meses de maio e julho. 

O PMAMC é financiado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), através do Prodetur, e conta com o apoio do C40 e da Agência GIZ de Cooperação Alemã. A construção do plano foi iniciada em janeiro deste ano, através do levantamento de dados iniciais e pesquisas dos principais assuntos relacionados à temática mudanças climáticas. 

Por conta da pandemia, os encontros e eventos presenciais previstos foram suspensos, sendo necessário adaptar todas as atividades para o contexto virtual. 

“O intuito do plano é desenvolver mitigação para a mudança do clima, e, com o acordo proposto pelo prefeito ACM Neto, podemos observar a preocupação e a responsabilidade sob o tema. Ou seja, com essas ações podemos criar e ajudar a neutralizar o carbono e diminuir o aquecimento global”, afirma a diretora de resiliência, Adriana Campelo. 

Além de Salvador, as cidades de São Paulo, Curitiba e Rio de Janeiro também contam com apoio técnico e metodológico do C40 para realizarem elaborações de planos que atinjam o objetivo de neutralidade de emissões até 2050, como parte do Programa Planejamento da Ação Climática. 

Importância – A capital baiana foi a primeira cidade da América Latina a firmar compromisso com o Pacto Global de Prefeitos pelo Clima e Energia, formado para implementar políticas e ações para redução das emissões poluentes e adaptação das cidades aos efeitos das mudanças climáticas. O plano é uma das ações previstas no pacto. 

“Os encontros e/ou reuniões funcionam através de temas. Com isso, dividimos em grupos ou temas para falar sobre determinado assunto, para que seja exposto opiniões, ações ou até mesmo sugestões para implementarmos”, explica Campelo.

 

 

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